
O mundo está cada vez mais confrontado com desafios ambientais que são exacerbados pela ausência de coordenação entre os diferentes atores no todo o mundo. Em um contexto político global em que a evidência científica nem sempre é entendida ou usada pelos decisores políticos, existe uma crescente desconexão, que não só rejeita, mas exclui as oportunidades de colaboração. Ciência e política estão em uma encruzilhada. A interface precisa ser incorporada em uma estrutura de governança eficaz e eficiente que possibilite promover uma melhor interação entre estes dois elementos.
O Relatório traz um resumo das características do que seria uma interface científica-política eficaz, identifica as lacunas existentes e, por fim, apresenta medidas práticas que os Estados Membros e as organizações internacionais podem tomar para transformar esta relação.
A análise destaca como a colaboração entre cientistas e formuladores de políticas como elemento-chave para a melhoraria a qualidade de vida no planeta. O documento também sugere que os atores não estatais – tais como empresas e ONGs – poderiam estar mais envolvidos na definição e elaboração de políticas específicas. Finalmente, destaca a importância de disponibilizar dados científicos de alta qualidade às pessoas certas.
O relatório foi lançado no Science Policy Business Forum, realizado em Nairobi de 2 a 3 de dezembro de 2017. As principais conclusões serão apresentadas aos Estados Membros durante a 4ª Reunião de autores do Global Environment Outlook-6, ocorrendo de 19 a 23 de fevereiro de 2018 em Cingapura.
O relatório foi lançado no Science Policy Business Forum, realizado em Nairobi de 2 a 3 de dezembro de 2017. As principais conclusões serão apresentadas aos Estados Membros durante a 4ª Reunião de autores do Global Environment Outlook-6, ocorrendo de 19 a 23 de fevereiro de 2018 em Cingapura.